O REPLICADOR

Março 29 2010

Foi Divertido - Por Pedro Arroja

publicado por Filipe Faria às 14:04
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Março 18 2010

 

Esta tradução é fascinante. Está cheia de pérolas. Saliento as minhas 3 preferidas:

 

- Sticky Wages = Salários Pegajosos

- My general theory has made quite an impression = A minha teoria geral é feita de

bastante impressão

- That new money is confused for real loanable funds = Que dinheiro está confuso para real fundos de empréstimo

 

O dinheiro estava confuso… mmm. A julgar por esta tradução, não foi só o Keynes que bebeu demais.

 

publicado por Filipe Faria às 22:27
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Março 10 2010

Aulas às 8 da manhã devia ser anti-constitucional. Fazia muito mais sentido ter lá um artigo que consagra esse direito do que ter uma actual constituição que diz que a sociedade portuguesa ruma ao socialismo (tal absurdo leva-me a concluir que provavelmente a constituição portuguesa foi escrita às 8 da manhã, talvez por mim).

 

publicado por Filipe Faria às 22:11
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Fevereiro 22 2010

“If you bound the arms and legs of gold-medal swimmer Michael Phelps, weighed him down with chains, threw him in a pool and he sank, you wouldn't call it a ‘failure of swimming'. So, when markets have been weighted down by inept and excessive regulation, why call this a ‘failure of capitalism'?”

 

Peter Boettke

publicado por Filipe Faria às 00:20

Fevereiro 16 2010

O mundo político divide-se em amantes da liberdade positiva e amantes da liberdade negativa da mesma forma que o mundo televisivo se divide em amantes da Anatomia de Grey e amantes do Dr. House.  

publicado por Filipe Faria às 18:48

Fevereiro 04 2010

De Econstories.tv

 

 

Lyrics:

 

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

 

[Keynes Sings:]

 

John Maynard Keynes, wrote the book on modern macro
The man you need when the economy’s off track, [whoa]
Depression, recession now your question’s in session
Have a seat and I’ll school you in one simple lesson

 

BOOM, 1929 the big crash
We didn’t bounce back—economy’s in the trash
Persistent unemployment, the result of sticky wages
Waiting for recovery? Seriously? That’s outrageous!

I had a real plan any fool can understand
The advice, real simple—boost aggregate demand!
C, I, G, all together gets to Y
Make sure the total’s growing, watch the economy fly

 

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

 

You see it’s all about spending, hear the register cha-ching
Circular flow, the dough is everything
So if that flow is getting low, doesn’t matter the reason
We need more government spending, now it’s stimulus season

 

So forget about saving, get it straight out of your head
Like I said, in the long run—we’re all dead
Savings is destruction, that’s the paradox of thrift
Don’t keep money in your pocket, or that growth will never lift…

 

because…

 

Business is driven by the animal spirits
The bull and the bear, and there’s reason to fear its
Effects on capital investment, income and growth
That’s why the state should fill the gap with stimulus both…

 

The monetary and the fiscal, they’re equally correct
Public works, digging ditches, war has the same effect
Even a broken window helps the glass man have some wealth
The multiplier driving higher the economy’s health

 

And if the Central Bank’s interest rate policy tanks
A liquidity trap, that new money’s stuck in the banks!
Deficits could be the cure, you been looking for
Let the spending soar, now that you know the score

 

My General Theory’s made quite an impression
[a revolution] I transformed the econ profession
You know me, modesty, still I’m taking a bow
Say it loud, say it proud, we’re all Keynesians now

 

We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Keynes] I made my case, Freddie H
Listen up , Can you hear it?

 

Hayek sings:

 

I’ll begin in broad strokes, just like my friend Keynes
His theory conceals the mechanics of change,
That simple equation, too much aggregation
Ignores human action and motivation

 

And yet it continues as a justification
For bailouts and payoffs by pols with machinations
You provide them with cover to sell us a free lunch
Then all that we’re left with is debt, and a bunch

 

If you’re living high on that cheap credit hog
Don’t look for cure from the hair of the dog
Real savings come first if you want to invest
The market coordinates time with interest

 

Your focus on spending is pushing on thread
In the long run, my friend, it’s your theory that’s dead
So sorry there, buddy, if that sounds like invective
Prepared to get schooled in my Austrian perspective

 

We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits

 

The place you should study isn’t the bust
It’s the boom that should make you feel leery, that’s the thrust
Of my theory, the capital structure is key.
Malinvestments wreck the economy

 

The boom gets started with an expansion of credit
The Fed sets rates low, are you starting to get it?
That new money is confused for real loanable funds
But it’s just inflation that’s driving the ones

 

Who invest in new projects like housing construction
The boom plants the seeds for its future destruction
The savings aren’t real, consumption’s up too
And the grasping for resources reveals there’s too few

 

So the boom turns to bust as the interest rates rise
With the costs of production, price signals were lies
The boom was a binge that’s a matter of fact
Now its devalued capital that makes up the slack.

 

Whether it’s the late twenties or two thousand and five
Booming bad investments, seems like they’d thrive
You must save to invest, don’t use the printing press
Or a bust will surely follow, an economy depressed

 

Your so-called “stimulus” will make things even worse
It’s just more of the same, more incentives perversed
And that credit crunch ain’t a liquidity trap
Just a broke banking system, I’m done, that’s a wrap.

 

We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No it’s the animal spirits

 

“The ideas of economists and political philosophers, both when they are right and when they are wrong, are more powerful than is commonly understood. Indeed the world is ruled by little else. Practical men, who believe themselves to be quite exempt from any intellectual influence, are usually the slaves of some defunct economist.”

John Maynard Keynes
The General Theory of Employment, Interest and Money

 

“The curious task of economics is to demonstrate to men how little they really know about what they imagine they can design.”

F A Hayek
The Fatal Conceit

publicado por Filipe Faria às 10:02

Janeiro 29 2010

Um artigo do jornal “Público” revela o facto de as mulheres terem em média mais sucesso académico do que os homens e de que se está a formar uma nova classe baixa constituída por rapazes que fracassaram na escola. Nada de novo. O que também não é novo são as explicações dadas por sociólogos e pedagogos que se baseiam, em larga medida, na famigerada teoria da tábua rasa que considera que temos todas as mesmas características e que as diferenças apresentadas são apenas resultados da educação e da cultura. Este excerto do artigo é elucidativo:

 

“Especialista em assuntos de Educação, o sociólogo francês Christian Baudelot defende que, antes de mais, aquilo que é pedido pela escola é a interiorização das suas regras, mas que estereótipos sociais ainda dominantes valorizam nos rapazes o desafio, a violência e o uso da força - um verdadeiro "arsenal antiescolar". As raparigas, pelo contrário, são socializadas na família em moldes que facilitam a adaptação às exigências escolares: mais responsabilidade, mais autonomia, mais trabalho. "Trata-se de um conjunto de competências que as torna menos permeáveis à indisciplina", observa Teresa Seabra. No ano passado, em Espanha, 80 por cento dos alunos com problemas disciplinares eram do sexo masculino.”

 

Desta forma, como acreditam que tudo se resolve pela educação, desenvolvem constantemente engenharias sociais para igualizarem o inigualável cometendo cada vez mais erros ao não permitirem que cada elemento seja livre para escolher o seu caminho segundo as suas características inatas e os seus instintos.

 

É muito claro que há diferenças genéticas entre rapazes e raparigas (eu pelo menos olho sempre para esses sinais distintivos nas fêmeas): os traços físicos, a força, a impulsividade, a drive sexual,  a agressividade que está ligada aos níveis de testosterona (superiores nos homens), etc etc. Contudo, os nossos amigos das pedagogias acham que tudo se deve à educação e à pressão social, como se os meninos e meninas não tivessem instintos próprios para reagirem ao contexto que as rodeia. Para estes educadores as pessoas são meros balões que voam para o lado que sopra o vento, ou seja, retiram da equação qualquer noção de livre arbítrio ou de responsabilidade pessoal.

 

 

 

 

Assim sendo, acreditando nestes pedagogos adeptos da teoria da tábua rasa, todas as tendências que separam os 2 sexos só se podem explicar por acordos sociais que os homens fizeram entre si e por acordos sociais que as mulheres fizeram igualmente para criar a tal “pressão social” e os tais “estereótipos”. Vamos esquecer os contratos sociais de Rousseau ou Hobbes ou Locke, este é “o verdadeiro contrato social” para estes pedagogos. Aqui ficam algumas das premissas acordadas:

 

  • Os homens acordaram entre si morrer em média mais cedo enquanto que as mulheres preferiram acordar morrer mais tarde. Os homens até acordaram terem taxas de suicídio bastante superiores às das mulheres (esse radicais contratuais).

 

  • Os homens acordaram terem (em média) mais força, maior drive sexual, mais comportamentos de risco e serem menos organizados do que as mulheres, elas acordaram o contrário porque queriam parecer melhor em vestidos.

 

  • Os homens concordaram em ser maus na escola porque os pais lhes diziam para serem viris e não para serem bons alunos (alguém acredita nisto?). Já as mulheres concordaram em ser boas alunas porque os pais lhes disseram para elas serem bem comportadas e boas estudantes (e não é que elas obedeceram).

 

  • Uma das premissas acordadas por unanimidade entre os homens é o facto de geralmente fazerem pouco trabalho doméstico (visitem a casa de um solteiro médio e provavelmente vão encontrar no frigorífico sandes azuis de bolor feitas em 1996). Por outro lado, as mulheres acordaram que o trabalho doméstico precisa de ser feito por uma questão de necessidade e mesmo quando não o apreciam particularmente tendem a fazê-lo com competência.

 

  • Eles acordaram em ter uma capacidade de movimentação espacial superior e elas acordaram ter uma inferior porque acharam que bastava terem melhores capacidades comunicativas (e seios) para dominarem os movimentos dos machos. 

 

No fundo estes pedagogos são contratualistas que pregam uma reformulação deste “verdadeiro contrato social” de forma a que homens e mulheres acordem as mesmas coisas no sentido de obterem uma massa igualitária. É isso que estão a tentar. Porém, como o ser humano não é uma tábua rasa preenchido pelas suas políticas educativas e como ainda estamos longe de conhecer com exactidão os fenótipos das milhões de combinações de genes humanos, seria bom que admitissem a sua ausência de conhecimento e dessem liberdade de escolha para cada um escolher o seu caminho escolar e profissional.

 

Em média, homens e mulheres têm tendências comportamentais diferentes que se manifestam desde bebés (quando a influência da educação é ínfima), mas todos terão capacidades que podem ser optimizadas por eles mesmos numa sociedade pluralista e descentralizada.

 

PS: Outros textos sobre o assunto : Educação em Portugal: A Crença na Tábua Rasa, Steven Pinker: Acerca da Tábua Rasa

 


Janeiro 25 2010
tim9798 (11 months ago) ShowHide

I don't understand why you Americans are so afraid of universal health care, as if this idea is on the edge of reason, its not new, every other 1st world country has it, becouse we believe its a right, not a corporation. And how does socialism = fall of freedom? In case you didn't notice, Sweden is socialist and very free, and to say that universal health care leads to becoming Sweden, well, that's ludicrous.
1) Sweden has a tax rate of over 50%
2) Sweden has a single payer no choice healthcare system
3) Name me a single Swedish Drug of Medical Instrument maker that isn't dependent upon exports to survive
4) Sweden is dependent upon the US for all medical advanvements, not everyone can be a free rider. Once we stop developing new drugs, Sweds will die.
5) In Sweden the young pay for the old, how perverse it that? Children supporting parents?
6) Demographics will topple that system.
drmoogala (4 weeks ago) ShowHide

Well ,first of all America is a unique country,it is not Sweden. What is considered freedom in Sweden is to stay drunk. In America we have a tradition of self-determination. To all you leftist fags what that means is freedom to fail as well as to succeed beyond most people's capacity to dream and everything inbetween. buttcrack and company are contrary to American ways of Life Liberty and the Pursuit of Happiness,not the socialist guarantee of mediocrity for all.
 
Tirado desta caixa de comentários. 
 
PS: para algo completamente diferente:  Uma análise sobre a evolução da Suécia por um sueco (liberal) do Mises Institute.
publicado por Filipe Faria às 05:55

Janeiro 17 2010

 

 

publicado por Filipe Faria às 02:08
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Janeiro 06 2010

A personagem principal de Californication tem sexo com uma mulher deslumbrante em cada episódio, mas isso não chegou para que se tornasse no meu herói. Porém, já como professor universitário, quando passou uma aula inteira de literatura a perorar sobre o quão execrável é a banda Coldplay, ganhou imediatamente esse estatuto.

 

 

publicado por Filipe Faria às 20:08

Dezembro 24 2009

 

 

Have a Radiohead Christmas.

publicado por Filipe Faria às 13:57
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Dezembro 17 2009

Finalmente tenho alguns dias de férias. Depois de um período sem tempo para mais nada, posso finalmente respirar e actualizar-me em relação à actualidade informativa. Já reparei que o nosso mundo continua igual, isto é: os casos de corrupção governamental continuam, o nosso défice orçamental continua a derrapar até aos limites da insustentabilidade, as reforças liberais necessárias não são feitas, a imprensa portuguesa continua a apresentar o aquecimento global como uma religião inquestionável, e por aí fora. Porém, há algo de novo no horizonte. Já se sabia que o socialismo se gaba do seu progressismo militante, mas agora faz questão de o mostrar na Assembleia da República. Sofia Cabral, deputada do PS, levou um generoso decote para representar o povo em mais uma sessão parlamentar. Nestes momentos, dou por mim a concordar com J. J. Rousseau: de facto, a vontade geral não pode ser representada, visto que o representante nunca representa o povo mas sim ele mesmo. Neste caso concreto, ao nível da sua configuração genética, aquela senhora não representa (infelizmente) uma boa parte das mulheres portuguesas. Rousseau, tinhas razão, só a democracia directa é verdadeiramente democrática.

 

Claro que já se encontram debates acesos sobre a legitimidade do decote da generosa socialista (isto é um pleonasmo, claro, porque todos os socialistas partilham e são generosos). Do lado socialista (no caso do Daniel Oliveira será mais comunista new wave), o decote é excelente e todas as mulheres deviam usar tais decotes em todas as circunstâncias, mesmo que com isso alienem a atenção dos intervenientes masculinos na sua profissão. Do lado da direita monárquica, através do Rodrigo Moita de Deus, a resposta vai no sentido de que se não tivermos qualquer consideração pelo efeito dos nossos actos no contexto em que interagimos, podemos cair no ridículo de se ir para o parlamento de tanga dissertar sobre o défice orçamental de Estado, que, por coincidência, já foi ligado ao facto de o país estar vestido com tal indumentária.

 

Este debate faz-me lembrar um estudo na área da psicologia comportamental a que assisti num documentário da BBC. Este estudo procurava aferir o efeito da imagem dos elementos do sexo oposto nos homens e nas mulheres. Foram colocados vários homens a verem vários telejornais. No primeiro telejornal o apresentador era um homem e no segundo a apresentadora era uma jovem decotada que apresentava índices de fertilidade elevados. Sem surpresa, no final do teste, os homens que tinham visto o telejornal apresentado pelo apresentador masculino sabiam falar sobre as notícias que tinham visto com um bom nível de detalhe. Por outro lado, os que viram o telejornal com a jovem apresentadora destapada, não só não conseguiram dominar os detalhes, como muitos deles nem se lembravam com exactidão dos temas abordados. Os mesmo homens trocaram de posições, viram os telejornais contrários e o efeito foi o mesmo. Já no caso das mulheres, verificou-se que não havia diferença entre o telejornal ser apresentado por um homem ou por uma mulher (decotada ou não), visto que apresentaram o mesmo nível de reconhecimento dos temas e notícias abordadas.

 

Desta forma, voltamos ao clássico problema da universalidade que não consegue ser resolvida, nem ao nível filosófico, nem ao nível prático. Gostamos, dentro de determinados limites, da ideia de igualdade, mas posteriormente, perante situações de “zero sum game”, há quem não resista em puxar a corda para o seu lado até partir. Se todos reagimos de forma diferente aos mesmo estímulos, mas não conseguimos deixar de reagir, então só o bom senso, o compromisso e a aceitação dessas mesmas reacções nos pode ajudar a resolver, ou a mitigar, problemas que não são, de todo, de carácter exclusivamente pessoal. Por outra palavras, eu não posso esperar fazer tudo o que quero em público sem esperar colher consequências desses mesmos actos. A única maneira de tal não acontecer (em teoria) seria ter um Estado que impedisse os humanos de reagir a estímulos, coisa que certamente a extrema esquerda não se importaria, mas que instauraria, mais do que o totalitarismo, o zombismo.

 

Contudo, como não estou no parlamento, como não tenho de ouvir o socialismo da senhora deputada Sofia Cabral, como acho que a ineficiência do parlamento não pode piorar muito mais, só lhe posso agradecer pela sua generosidade. Convenhamos que é de admirar entusiasticamente a primeira socialista que não precisou de roubar a alguém para ser generosa com os outros. Bem haja esta senhora. 

publicado por Filipe Faria às 16:53

Dezembro 12 2009

 

 

 

 

publicado por Filipe Faria às 11:40

Dezembro 05 2009

 

 

 

 

 

 

publicado por Filipe Faria às 01:06

Novembro 16 2009

Do Formalismo - Por João Miranda


"Um homem andava desconfiado que a mulher lhe era infiel. Um dia, não aguentando mais, decidiu contratar um detective. O detective começa a seguir a mulher. Passados vários dias o detective apresenta ao homem várias fotografias. A primeira fotografia mostra a mulher a encontrar-se com outro homem num café. A segunda mostra a mulher com esse outro homem a entrar num carro. A terceira mostra-os num bar.  A quarta mostra-os  a entrar num quarto de motel. A quinta mostra-os juntos dentro do quarto de Motel. A sexta fotografia está totalmente preta.

- “O que aconteceu a esta foto? Está preta porquê? O que aconteceu a seguir?”, pergunta o homem ao detective.

- “Apagaram a luz”, diz o detective.

- “Merda! Fica sempre aquela dúvida …”, conclui o homem."

publicado por Filipe Faria às 10:51

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