O REPLICADOR

Dezembro 28 2009

Joseph Stiglitz, prémio nobel da economia, produz uma literatura extensa a advogar que o FMI e as demais instituições de Bretton Woods prejudicam os países em vias de desenvolvimento por estarem comprometidos com ideologias neo-liberais.

 

Neste ensaio abordo o caso de Stiglitz e procuro aferir se as instituições de Bretton Woods são realmente agentes do liberalismo económico ou se, ao contrário do que Stiglitz alega, são iliberais na sua essência.

 

 “O que Stiglitz parece sugerir é que o mundo desenvolvido deve funcionar como “Welfare State” dos países em desenvolvimento, num sistema de redistribuição de riqueza a uma escala internacional, independentemente da ineficiência desse mesmo “Welfare”, ou seja, mesmo que as verbas entregues aos Estados dos países em vias de desenvolvimento sirvam todos os propósitos de “Razão de Estado” menos ajudar a prosperidade económica dos povos.”

 

PS: Obrigado ao Thierry por me ter emprestado o livro "Globalização: A grande desilusão" de Joseph Stiglitz.

 

 

 

publicado por Filipe Faria às 02:54

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