O REPLICADOR

Maio 18 2009

Apesar da economia portuguesa não ser planificada, a intervenção do estado no mercado permanece extremamente alta e constitui numerosas barreiras ao equilíbrio natural deste ultimo (salário mínimo, lei das rendas...). O príncipio de “o dinheiro é sempre melhor gasto por quem transpira para o ganhar” aplica-se também ao paradigma social. Por melhor que sejam as intenções das iniciativas políticas de cariz social, é preciso termos em conta que ninguém melhor do que nós sabe o que é bom para nós. Logo, a universalização de qualquer serviço não pode corresponder as necessidades individuais. O socialismo pretende-se humanista, mas na verdade retira-nos talvez a característica mais humana, que é o livre-arbítrio. Limita-se a diminuir a capacidade de iniciativa, a liberdade individual e por consequência, a tirar qualquer responsabilidade. No fundo o Estado social é um pouco como o país de Peter-Pan, não nos deixa crescer em adultos.

publicado por Alexandre Oliveira às 03:21

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