O REPLICADOR

Junho 29 2009

“To be conservative, then, is to prefer the familiar to the unknown, to prefer the tried to the untried, fact to mystery, the actual to the possible, the limited to the unbounded, the near to the distant, the sufficient to the superabundant, the convenient to the perfect, present laughter to utopian bliss.”


Michael Oakeshott no seu ensaio "On Being Conservative (1956)"

publicado por Filipe Faria às 01:25

Em certa medida, motivos para não o ser.
Miguel Fonseca a 29 de Junho de 2009 às 17:26

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