O REPLICADOR

Junho 15 2009

 Que o inferno está cheio de boas intenções, toda a gente já sabe, mas mais raramente é feito o balanço de um dos mais ilustres representante do socialismo no mundo: a França. Não se trata aqui de dar porrada em mortos, pois é sempre com muito afecto que deploro o declínio inegável do país onde nasci e cresci até os 18 anos e não faço questão de cuspir no prato onde comi, mas essas curtas viagens que faço à Paris confrontam-me cada vez mais com o óbvio: o laxismo e a crença cega na bondade do homem fizeram com que os vários governos socialistas ,que se sucederam desde 1945, encaminhassem o país para um caos cujos traços são cada vez mais nítidos. Nas ruas da cidade das luzes deparei-me com cartazes de S.O.S Racisme onde podia-se ler: “Basta de racismo! Já 30 000 imigrantes expulsos este ano!” Parece que agora chama-se racista a quem aplicar o Estado de direito, e por outro lado, ouve-se notícias surgindo de cidades onde vivem mais de 50% de muçulmanos em que foi mandado retirar uma cruz da parede de uma sala multifunções da escola e onde foi decidido por decreto municipal retirar qualquer carne de porco da ementa das cantinas locais... A verdade é que há uma verdadeira assimetria de tolerância, com o Partido Socialista a baixar as calças cada vez mais e populações imigrantes a quererem impor o seu modo de estar no mundo, incompatível com os valores da democracia e da liberdade como estão definidos na Europa.   

 

publicado por Alexandre Oliveira às 21:29

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